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Não haverá Petrobrás em caso de vitória de Bolsonaro

As refinarias e a distribuição da Petrobrás serão privatizadas se Jair Bolsonaro for eleito. Quem garantiu isso foi Levy Fidelix, que é o presidente do PRTB, partido do general Hamilton Mourão, candidato a vice de Bolsonaro.
Fidelix não é o único membro do staff de Bolsonaro a defender publicamente a privatização da empresa. Paulo Guedes, economista que conduz o que o candidato declara matéria de economia (já que Bolsonaro declaradamente nada entende desse assunto) e ministro da Fazenda em um eventual governo do militar, já declarou ser favorável à privatização da Petrobrás. Há, também, na campanha de Bolsonaro, quem defenda que a Petrobrás seja fatiada e divida em quatro empresas, três das quais seriam vendidas ao capital estrangeiro.
Fidelix apoia que empresas internacionais tomem conta da distribuição e do refino da estatal. Com isso, Shell, Exxon e outras petrolíferas estrangeiras poderão atuar no refino e na distribuição, tendo uma cadeia integrada de produção, exatamente a condição estratégica que permite à Petrobrás ser uma gigante do setor de energia.
A maior riqueza econômica do país, o pré-sal, e a cadeia de refino e distribuição (ou seja, o filé mignon do negócio) ficarão para os estrangeiros. A proposta de Bolsonaro é cruelmente simples: acabar com a Petrobrás e com a maioria dos empregos da maior companhia brasileira